Maria da Paixão
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Maria da Paixão e a fundação do Instituto FMM


O Século XIX é na Europa um tempo de grandes revoluções que abalam tronos e a própria Igreja, mas é também um período particularmente fecundo para a história da actividade missionária, cujo dinamismo se encontra apoiado pelo fervor religioso, pelo desabrochar de novas vocações de consagração religiosa,
pelo desenvolvimento de obras especializadas, de entre as quais se destaca a «Propagação da fé», e ainda pelo nascimento de numerosos Institutos orientados para a missão ad extra.

O próprio Papa Leão XIII empenha-se pessoalmente na dinâmica da actividade missionária.

Neste período nasce na Bretanha - França, Maria da Paixão (Hélène de Chappotin), fundadora das Franciscanas Missionárias de Maria e é neste contexto que se inscreve a sua vida.


Seus pais, Charles de Chappotin e Sophie Galbaut du Fort, são membros da aristocracia bretã e têm já mais quatro filhos quando a 21 de Maio de 1839 nasce a pequena Hélène.

Hélène cresceu num meio familiar culto, muito activo e muito unido. Recebeu uma educação de grande exigência intelectual, religiosa e relacional que vai estruturá-la e capacitá-la para as enormes responsabilidades de missionária empreendedora e de fundadora.

Como Francisco de Assis, Hélène de Chappotin sente o apelo à exigência dum amor absoluto e aos 21 anos entra na clausura das Clarissas de Nantes, donde veio a sair pouco tempo depois, por motivos de saúde.

Continuando a sentir o chamamento à vida consagrada entrou na Sociedade de Maria Reparadora e aí tomou o hábito, a 15 de Agosto de 1864.
Poucos meses depois é designada para as Missões do Madurai, na Índia.  A sua actividade  é tão apreciada que a 9 de Julho de 1867 é nomeada superiora provincial das três comunidades do Madurai.

Entretanto ocorrem problemas referentes ao papel da religiosa missionária nas estruturas da evangelização da época, que exigem um contacto permanente com as autoridades eclesiásticas e religiosas da Europa. Este contacto demorado e difícil acaba por gerar mal entendidos e conflitos que culminam na ruptura. 

Por circunstâncias providenciais, Maria da Paixão acaba por fundar em Ootacamund, na India, o Instituto das Missionárias de Maria. Este Instituto viu a sua aprovação pelo Papa Pio IX, em 1877, na festa da Epifania,  dia 6 de Janeiro.






Em 1882, O Instituto das Missionárias de Maria é integrado na Ordem Terceira de S. Francisco, e passa a designar-se Instituto das Franciscanas Missionárias de Maria.


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