Maria da Paixão
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Lisboa - Casa Provincial


Comunidade de Santo António do Centenário



A Comunidade de Santo António do Centenário ocupa um lugar fundamental na vida da Província.

A Superiora Provincial tem aqui a sua residência oficial e nela se desenrolam os Serviços Provinciais.

A Comunidade aqui residente tem a sua vida própria e o seu principal objectivo é o Acolhimento.

Está aberta e dá apoio às Irmãs que por aqui passam vindas das várias Comunidades de Portugal, bem como às Irmãs vindas de outros Países.

Orienta-se por um estilo de  Vida de Oração; Vida Fraterna; e uma Acção Evangelizadora.

Tende em permanência a uma maior qualidade de vida.

Tem o espaço litúrgico da Capela aberta ao público. 

Com a dinamização da Eucaristia, 
ajuda a tornar presentes os valores do Evangelho.




Morada:

Rua Chaby Pinheiro, 12 A
1000-097  LISBOA

Contactos

Telefones:

Provincial: 217 978 702

Comunidade: 217 971 524 / 217 940 034



Fax: 217 940 025


Correio electrónico:

e-mail:    secrefmm@netcabo.pt

               econfmm@netcabo.pt

               casafmm@netcabo.pt







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Abertura da Porta Santa na Sé de Lisboa
por D. Manuel Clemente






Fonte - agenciaecclesia





Mensagem do Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente,
à diocese de Lisboa

Sábado, 14 de Fevereiro de 2015, numa cerimónia realizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco entregou os símbolos do cardinalato a 20 novos cardeais. Entre eles encontrava-se D.Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa.

 







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Lema: "O sonho missionário de chegar a todos"
(Papa Francisco, Evangelii Gaudium nº 31).







Podemos (devemos) aplicar à nossa participação no Sínodo Diocesano
o que o Papa Francisco pediu aos Padres Sinodais.

[...] Uma condição geral de base é a seguinte:

falar claro.
Que ninguém diga: «Isto não se pode dizer; pensará de mim assim ou assim...».

Depois do último Consistório (Fevereiro de 2014), no qual se falou sobre a família, um Cardeal escreveu-me dizendo: é uma lástima que alguns Purpurados não tiveram a coragem de dizer certas coisas por respeito ao Papa, talvez julgando que o Papa pensasse de outra maneira.
Isto não está bem, isto não é sinodalidade, porque

é necessário dizer tudo aquilo que, no Senhor, sentimos que devemos dizer: sem hesitações, sem medo.

E, ao mesmo tempo, é preciso ouvir com humildade e aceitar de coração aberto aquilo que os irmãos dizem.

A sinodalidade exerce-se com estas duas atitudes.

É por isso que vos peço, por favor, estas atitudes de irmãos no Senhor: falar com parrésia e ouvir com humildade. E fazei-o com grande tranquilidade e paz, porque o Sínodo se realiza sempre cum Petro et sub Petro, e a presença do Papa é garantia para todos e guardião da fé.

Estimados irmãos, colaboremos todos para que se afirme com clareza a dinâmica da sinodalidade. Obrigado!

Fonte:





cristo-vive





















merces-sequeira




Instituto das Franciscanas Missionárias de Maria

Fundado por Maria da Paixão, natural da França, a 6 de Janeiro de 1877,
com Carisma missionário para levar o anúncio de Jesus a todo o mundo,
unidas à Missão de Maria, o Instituto, em 1882, foi adotado pelo Ministro Geral dos Franciscanos na família franciscana.

Dedicado, desde a 1.ª Hora, à Missão Universal coloca-nos ao serviço da Igreja, em qualquer parte do Mundo, dando preferência aos mais pobres e nas missões mais longínquas.
No presente continuamos dedicadas à Evangelização, nomeadamente ao nível da dinamização paroquial.

A casa Provincial, situada em Lisboa, no Campo Pequeno, está integrada
na Paróquia de N.ª S.ª de Fátima. A nossa Capela de Santo António, aberta ao público, aderiu desde o início ao Programa expresso para a caminhada Sinodal.

Aliás, a reforçar a vida eclesial na Paróquia, vivemos, em 2013, os “75 anos” da inauguração da Igreja. D. José Policarpo escrevia nessa altura:

“É uma Igreja-Templo que estamos a celebrar 75 anos; mas isso só é possível, sendo sensíveis à relação de uma igreja-templo com a Igreja-viva, comunidade
dos crentes, em que a atualidade em cada tempo é garantida pela ação
do Espírito de Deus.”

Simultaneamente estava a decorrer o Ano da Fé e justamente na Missa de Encerramento, no dia de Pentecostes, foi apresentada no fim da Eucaristia uma grande Tela pintada representando o Busto de Cristo.
Está apenas livre: a cabeça, a face e uma mão – de resto, está todo coberto pelas fotografias, tipo passe, que os paroquianos enviaram antecipadamente, salientando-se uma faixa com os 4 sacerdotes residentes na Paróquia.
Foi um momento de grande emoção; sentimos que éramos a igreja-viva com Cristo no centro.

À Luz deste dinamismo já vivido, a caminhada sinodal oferece-nos espaço
de encontro para continuarmos a vivência cristã com todos.
Recebemos na nossa capela toda a documentação enviada pela Paróquia
e seguimos, passo a passo, todas as iniciativas.

A reflexão sobre o Tema proposto para cada trimestre é seguida pelos grupos
já existentes na paróquia e outros se formaram exclusivamente com esta finalidade.
Na nossa capela de Santo António formamos um grupo constituído pelas Irmãs
e por Leigos
Além disso, ocupando a Oração o primeiro lugar na nossa dinâmica paroquial, no dia 12 de cada mês, na Igreja realiza-se uma Vigília de Oração, dinamizada pelos diferentes grupos.

Desde o início vem sendo apresentada uma campanha comprometedora,
com um “desafio” quinzenal, concreto, de vivência da caminhada sinodal,
a ser realizado por toda a comunidade.

Este desafio é proposta de cada grupo, a começar pelas crianças da catequese. Consta duma folha colorida, colocada à entrada da Igreja e apresentada à Assembleia no fim da Eucaristia, qual 'envio missionário no Espírito'.

É um gesto que se repete no início de cada quinzena; a folha tem uma parte destacável, para cada pessoa retirar sempre que considerar ter cumprido o desafio. Então vai colocá-la na cruz evocativa do símbolo diocesano que está na Igreja,
junto do ambão. É um grande sinal e estímulo mútuo ver crescer o número de desafios ali colocados, a realçar a nossa caminhada todos juntos.

Finalmente é bom sublinhar os Encontros comunitários de Festa e Partilha da preparação do Sínodo, ao terminar cada trimestre.

No final do “Guia nº 2”, o nosso Pároco, Cónego Luís Alberto Carvalho, quis apresentar e realçar a ação das seis Congregações existentes na Paróquia.
Como?
Um membro da comunidade paroquial passou pelas comunidades religiosas
a adquirir elementos significativos com os quais realizou um pequeno filme
que foi apresentado em Assembleia com as Raízes e ação atual de cada Congregação ou Instituto, a celebrar o Ano da Vida Consagrada.

Maria, «Estrela da Nova Evangelização», caminha connosco.
Aprendemos com Ela a fidelidade ao Espírito Santo, nosso guia e nossa luz,
na missão evangelizadora que Ele nos confia.

Lisboa, 19 de Maio de 2015

Maria Mercês Rodrigues Sequeira




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