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Helena Lobato,
batizada pelo Papa Francisco











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Notícias da Igreja Católica

TRIDUO PASCAL NO VATICANO

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DOMINGO DE PÁSCOA
- 5 de abril de 2015

Santa Missa de Páscoa - 10h15




Bênção Urbi et Orbi
 (à Cidade e ao mundo) - 12h


Queridos irmãos e irmãs,

Feliz Páscoa

Jesus Cristo ressuscitou!

O amor venceu o ódio, a vida venceu a morte, a luz afugentou as trevas!


Mensagem completa do Papa Francisco - em [Português]



SÁBADO SANTO - 4 de abril de 2015

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Vigília Pascal
na Noite Santa - Basílica Vaticana - Capela papal - 20h30

Esta é uma noite de vigília.
Não dorme o Senhor, vigia o Guardião do seu povo (cf. Sl 121/120, 4) para fazê-lo sair da escravidão e abrir-lhe a estrada da liberdade.

O Senhor vigia e, com a força do seu amor, faz passar o povo através do Mar Vermelho; e faz passar Jesus através do abismo da morte e da mansão dos mortos.

Homilia na íntegra - [ Português ]







Notícia -
Helena Lobato, pintora portuguesa de 45 anos, residente em Setúbal,
escreveu o ano passado carta ao papa.

Em resposta, Francisco convidou-a a acolher na sua vida "a luz de Cristo"
e disponibilizou-se a batizá-la.
Assim aconteceu durante a vigília pascal, com outros nove adultos.


Em Roma, acompanhada pelo seu marido, familiares e seu padrinho de batismo, padre José Pinheiro, pároco da Cova da Piedade, Helena Lobato renovou os seus votos matrimoniais na igreja de Santo António dos Portugueses.

Eles eram casados pela Igreja Católica, mas com dispensa de impedimento porque ela não era batizada. Uma vez batizada, Helena assumiu plenamente o sacramento com o marido, explicou o Padre José.




SEXTA-FEIRA SANTA
- 3 de abril de 2015

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Celebração da Paixão do Senhor - 17h


Via-Sacra, Coliseu
 - 21h15


O Papa Francisco presidiu à Via Sacra no Coliseu de Roma.


A seu pedido, o Bispo Emérito de Novara, em Itália, D. Renato Corti,
preparara as meditações procurando expressar a Cruz
como “ápice luminoso do amor de Deus”.






Ao terminar a 14.ª estação, o Santo Padre fez a seguinte oração:


“A tua via-sacra é a síntese da tua vida [...]

“Na tua inocência, vemos a nossa culpa  [...]

“Em ti, divino Amor, vemos ainda hoje os nossos irmãos perseguidos,
decapitados e crucificados pela sua fé em ti, sob nossos olhos
ou com frequência com o nosso silêncio cúmplice.
Imprime no nosso coração sentimentos de fé, esperança, caridade,  [...]

“Ensina-nos que a Sexta-Feira Santa é o caminho para a Páscoa da Ressurreição.

Ensina-nos que Deus jamais esquece cada um dos seus filhos e jamais se cansa de nos perdoar e de abraçar.

E ensina-nos a não nos cansarmos de pedir perdão e a acreditar na misericórdia sem limites do Pai.” 




QUINTA-FEIRA SANTA - 2 de abril de 2015

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Santa Missa Crismal
 - 9h30


Santa Missa na Ceia do Senhor
 
-
Roma-Itália às 17h30


O Papa Francisco celebrou a Missa da Ceia do Senhor na Igreja
"Padre Nosso" - Novo Pavilhão do Presídio de Rebibbia.


No rito do Lava-pés, lavou e beijou os pés de 12 presidiários,
seis mulheres e seis homens, incluindo italianos e estrangeiros,
dos trezentos que participaram na celebração.





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Da Homilia do Papa Francisco, destacamos:


Nesta quinta-feira, Jesus estava à mesa com os discípulos, celebrando a festa da Páscoa
.

A passagem do Evangelho que escutamos contém uma frase que é justamente o centro daquilo que Jesus fez por todos nós:

«Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim»
(Jo 13,1).

Jesus nos amou. Jesus nos ama. Sem limites, sempre, até o final. O amor de Jesus por nós não tem limites: sempre mais, sempre mais. Nunca se cansa de amar ninguém.

Ama todos nós, ao ponto de dar a sua vida por nós. Sim, dar a vida por nós; sim dar a vida por todos nós, dar a vida por cada um de nós. E cada um de nós pode dizer: “Ele deu a vida por mim”.

Cada um. Deu a vida por ti, por ti, por ti, por mim, por ele... por cada um, com nome e sobrenome. O seu amor é assim: pessoal.

O amor de Jesus nunca decepciona, porque Ele nunca se cansa de amar,
como não se cansa de perdoar, não se cansa de nos abraçar.
Esta é a primeira coisa que queria vos dizer:

Jesus nos amou, cada um de nós, até o final.


Em seguida, faz isto que os discípulos não entendiam: lavar os pés. [...]


E hoje eu lavarei os pés de doze de vós,
mas nestes irmãos e irmãs todos estais presentes, todos, todos.

Todos aqueles que moram aqui. Vós os representais.

Mas eu também tenho necessidade de ser lavado pelo Senhor,
e por isso rezai
durante esta missa
para que o Senhor também lave as minhas sujeiras,

para que eu me torne mais vosso servo ,
mais servo no serviço das pessoas, como o foi Jesus.



Homilia na íntegra - [Árabe - Italiano - Português]




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Homilia do Papa Francisco

No centro desta celebração, que se apresenta tão festiva, está a palavra que ouvimos no hino da Carta aos Filipenses: «Humilhou-Se a Si mesmo» (2, 8).  
[...]
Percorrendo até ao fim esta estrada, o Filho de Deus assumiu a «forma de servo» (cf. Flp 2, 7). Com efeito, a humildade quer dizer também serviço, significa dar espaço a Deus despojando-se de si mesmo, «esvaziando-se», como diz a Escritura (v. 7).
[...]
Nisto, serve-nos de ajuda e conforto o exemplo de tantos homens e mulheres que cada dia, no silêncio e escondidos, renunciam a si mesmos para servir os outros: um familiar doente, um idoso sozinho, uma pessoa deficiente, um sem-abrigo...

Pensamos também na humilhação das pessoas que, pela sua conduta fiel ao Evangelho, são discriminadas e pagam na própria pele.

E pensamos ainda nos nossos irmãos e irmãs perseguidos porque são cristãos, os mártires de hoje (e são tantos): não renegam Jesus e suportam, com dignidade, insultos e ultrajes. Seguem-No pelo seu caminho. Verdadeiramente, podemos falar duma «nuvem de testemunhas» (cf. Heb 12, 1): os mártires de hoje.

Durante esta Semana, entremos também nós decididamente nesta estrada da humildade, com tanto amor por Ele, o nosso Senhor e Salvador. Será o amor a guiar-nos e a dar-nos força. E, onde Ele estiver, estaremos também nós
(cf. Jo 12, 26).



XXX Dia Mundial da Juventude - Praça de São Pedro






Mensagem do Papa Francisco

Queridos jovens!

[...] Este ano reflectiremos sobre a sexta Bem-aventurança:
«Felizes os puros de coração, porque verão a Deus» (Mt 5, 8).

1. O desejo da felicidade

2. Felizes os puros de coração

3. ...porque verão a Deus

4. Em caminho para Cracóvia

«Felizes os puros de coração, porque verão a Deus» (Mt 5, 8). Queridos jovens, como vedes, esta Bem-aventurança está intimamente relacionada com a vossa vida e é uma garantia da vossa felicidade. Por isso, repito-vos mais uma vez:
tende a coragem de ser felizes!

A Jornada Mundial da Juventude deste ano conduz à última etapa do caminho de preparação para o próximo grande encontro mundial dos jovens em Cracóvia, no ano de 2016. Precisamente há trinta anos, São João Paulo II instituiu, na Igreja, as Jornadas Mundiais da Juventude.

Esta peregrinação juvenil através de todos os Continentes, sob a guia do Sucessor de Pedro, foi verdadeiramente uma iniciativa providencial e profética. Juntos, damos graças ao Senhor pelos preciosos frutos que a mesma produziu na vida de tantos jovens por toda terra. Quantas descobertas importantes, sobretudo as de Cristo, Caminho, Verdade e Vida, e da Igreja como uma família grande e acolhedora! Quantas mudanças de vida, quantas decisões vocacionais brotaram daqueles encontros!

O Santo Pontífice, Padroeiro das JMJ, interceda pela nossa peregrinação rumo à sua Cracóvia. E o olhar materno da Bem-aventurada Virgem Maria, a cheia de graça, toda bela e toda pura, nos acompanhe neste caminho.

Vaticano, 31 de Janeiro – Memória de São João Bosco – do ano 2015.

FRANCISCUS





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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA A QUARESMA DE 2015


Fortalecei os vossos corações (Tg 5, 8)

Amados irmãos e irmãs,

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis,
a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2).

Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado:
«Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19).

Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece.
Coisa diversa se passa connosco! [...]

Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca.

E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.

Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
[...]
Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.

1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja [...]

2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades [...]

3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis [...]

Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31).

Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil.
Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme,
fechado ao tentador mas aberto a Deus;
um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs;
no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações
e se gasta pelo outro.

Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum
Fazei o nosso coração semelhante ao vosso»
(Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus).

Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso,
que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização
da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto,
por minha vez, vos peço que rezeis por mim.

Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.

Francisco

Quaresma 2015: Fortalecei os vossos corações (Tg 5,8)
Alemão  - Espanhol - Francês - Inglês - Italiano - Polonês - Português ]





 

 

 













 












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Mensagem do Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente,
à diocese de Lisboa

 



O Papa Francisco cria Cardeal D. Manuel Clemente



Da Homilia do Papa Francisco

[...] A caridade não pode ser neutra, indiferente, morna ou esquiva. A caridade contagia, apaixona, arrisca e envolve. Porque a caridade verdadeira é sempre imerecida, incondicional e gratuita (cf. 1 Cor 13). A caridade é criativa, encontrando a linguagem certa para comunicar com todos aqueles que são considerados incuráveis e, portanto, intocáveis.

O contacto é a verdadeira linguagem comunicativa, a mesma linguagem afectiva que comunicou a cura ao leproso. Quantas curas podemos realizar e comunicar, aprendendo esta linguagem! Era um leproso e tornou-se arauto do amor de Deus. Diz o Evangelho: «Ele, porém, assim que se retirou, começou a proclamar e a divulgar o sucedido» (cf. Mc 1, 45).

Amados novos Cardeais, esta é a lógica de Jesus, este é o caminho da Igreja: não só acolher e integrar, com coragem evangélica, aqueles que batem à nossa porta, mas ir à procura, sem preconceitos nem medo, dos afastados revelando-lhes gratuitamente aquilo que gratuitamente recebemos. «Quem diz que permanece em [Cristo], deve caminhar como Ele caminhou» (1 Jo 2, 6). A disponibilidade total para servir os outros é o nosso sinal distintivo, é o nosso único título de honra! [...]

Fonte:
Homilia integral do Papa Francisco na Missa com os Cardeais





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PAPA FRANCISCO
ANGELUS


Praça de São Pedro - Domingo, 1.º de Fevereiro de 2015

Evangelho Marcos 1, 21-28

Narra o evangelista Marcos que Jesus, sendo aquele dia um sábado,
foi imediatamente à sinagoga e pôs-se a ensinar (cf. v. 21).

Isto faz pensar na primazia da Palavra de Deus,
Palavra que deve ser ouvida,
Palavra que deve ser acolhida,
Palavra que deve ser anunciada.

 

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Ao chegar a Cafarnaum, Jesus não adia o anúncio do Evangelho, não pensa primeiro onde hospedar, certamente necessário, a sua pequena comunidade, não perde tempo com a organização.
A sua principal preocupação é comunicar a Palavra de Deus com a força do Espírito Santo.
E as pessoas na sinagoga ficam admiradas, porque Jesus «lhes ensinava como alguém que tem autoridade, e não como os escribas» (v. 22). [...]

Invoquemos a intercessão materna da Virgem Maria, Aquela que acolheu a Palavra e a gerou para o mundo, para todos os homens. Que ela nos ensine a ser ouvintes assíduos e anunciadores influentes do Evangelho de Jesus.

Depois do Angelus

Desejo anunciar que no sábado 6 de Junho, se Deus quiser, irei a Sarajevo, capital da Bósnia e Herzegovina.

Peço-vos desde já que rezeis para que a minha visita àquelas queridas populações sirva de encorajamento para os fiéis católicos, suscite fermentos de bem e contribua para a consolidação da fraternidade, da paz, do diálogo inter-religioso e da amizade.

(Francisco)







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São Timóteo e São Tito

26 de Janeiro de 2015 - Meditação

Papa Francisco

São as mulheres que transmitem a fé

Nem timidez nem vergonha de ser cristãos.
Porque a fé «é um espírito de força, caridade e prudência».
Foi este o ensinamento que o Papa Francisco tirou da memória litúrgica dos santos Tito e Timóteo, discípulos do apóstolo das nações
.
Refletindo em particular sobre a primeira leitura — tirada da segunda carta de São Paulo a Timóteo (1, 1-8) — para frisar que a fé cristã nos dá «a força para viver, quando reavivamos este presente de Deus.
Dá-nos amor e caridade», para «tornar fecunda a fé.
E dá-nos o espírito de prudência: isto é, saber que não podemos fazer tudo o que queremos», porque «no nosso caminho devemos ir em frente e procurar caminhos, as maneiras para a levar em frente». [...]

Francisco esclareceu que «uma coisa é transmitir a fé e outra é ensinar a verdade da fé». Com efeito, «a fé é um dom. Não se pode estudar. Sim, estudamos as verdades da fé, para a entender melhor, mas com o estudo nunca alcanças a fé. A fé é um dom do Espírito Santo, é um presente, que vai além de qualquer preparação».

E sobre este aspecto o Papa frisou que Timóteo era um jovem bispo, a ponto que na primeira carta Paulo escreveu: «Ninguém despreze a tua jovem idade» (1 Tm 4, 12). Mas «o Espírito Santo tinha-o escolhido». E desta forma «este bispo jovem» ouve Paulo que lhe diz: recorda-te de onde vem a tua fé, de quem a recebeste, do Espírito Santo, através da mãe e da avó». [...]

A propósito, Francisco evocou o «bom trabalho das mães e avós, o bom serviço daquelas mulheres que fazem como as mães e as mulheres numa família — pode ser inclusive uma doméstica, uma tia — de transmitir a fé». Mas, acrescentou, deveríamos perguntar-nos «se hoje as mulheres têm esta consciência do dever de transmitir a fé, de dar a fé». [...]

Mas por que, perguntou-se Francisco, «são principalmente as mulheres que transmitem a fé?» A resposta deve ser procurada mais uma vez no testemunho da Virgem:
«Simplesmente porque aquela que nos deu Jesus é uma mulher.
Foi o caminho escolhido por Jesus.
Ele quis ter uma mãe: também o dom da fé passa pelas mulheres, como Jesus por Maria».

Eis a exortação conclusiva do Papa: «Pensai nisto e, se puderdes lede hoje esta segunda carta a Timóteo, tão bonita. E peçamos ao Senhor a graça de ter uma fé sincera, uma fé que não se negocia de acordo com as oportunidades que se apresentam. Uma fé que procuro reavivar todos os dias, ou pelo menos peço ao Espírito Santo que a reaviva e assim produza um grande fruto». Francisco convidou a voltar «para casa com este conselho de Paulo a Timóteo: ”Ó Timóteo, guarda o depósito”, isto é, conserva este dom».

Publicado no L'Osservatore Romano,
ed. em português, n. 5 de 29 de Janeiro de 2015



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