Maria da Paixão
Instituto FMM
As 7 Mártires e Assunta

Província
Instituto
Igreja
Mundo
Amigos FMM
Voluntariado
Pastoral Juvenil/ Vocacional
Abre e vê
Quem somos
O que fazemos
Onde estamos
Amoreira da Gândara Fratel Porto - Maria Missionária
Arcozelo Funchal - Santa Clara Porto - S. Francisco
Beja Funchal - São Jorge Porches
Braga Lisboa - Casa Provincial Setúbal
Bragança  Lisboa - Chelas V. N. de Santo André
Charneca Caparica Lisboa - Cristo da Boa Morte Vila de Rei
Coimbra   Lisboa - Olivais  

 

 




joao-pauloii-joaoxxiii














reliquias-joaoxxiii

Relíquias de São João XXIII













reliquias-joao-pauloii

Relíquias de São João Paulo II









Notícias da Igreja Católica


Santa Missa e Canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II
(27 de abril de 2014)


HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Praça de São Pedro
Domingo II de Páscoa (ou da Divina Misericórdia)

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que São João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite – como ouvimos –, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados» (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado trespassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da paresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47), que ouvimos na segunda Leitura. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, São João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado, guiado pelo Espírito. Este foi o seu grande serviço à Igreja; por isso gosto de pensar nele como o Papa da docilidade ao Espírito Santo.

Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama.

© Copyright - Libreria Editrice Vaticana







   

francisco-com-claudio

Francisco e D. Cláudio Hummes,
o cardeal que lhe pediu
para não se esquecer dos pobres
























cristo








13 de março de 2014





Completa-se o primeiro ano de Pontificado do papa Francisco.

Uma evangelização nova - feita de palavras e de testemunho de vida.





Na exortação apostólica "Evangelii gaudium" (“A alegria do Evangelho”),
Francisco apresenta as prioridades da missão evangelizadora no mundo atual:

católicos felizes e agradecidos pela fé, dom de Deus a ser compartilhado;

uma Igreja que se faz missionária e se coloca em estado permanente de missão;

a conversão constante ao autêntico espírito do Evangelho;

a saída para as periferias humanas e sociais;

a solidariedade concreta em relação aos pobres.

Francisco quer uma Igreja que

não seja autorreferencial,

nem fechada sobre si mesma,

mas discípula de Cristo e servidora do Evangelho para o mundo.


                    
                      OS GESTOS MAIS BELOS DO PAPA FRANCISCO


d-jose-policarpo










jose-policarpo-com-manuel-clemente
















jose-policarpo


portugal


D. José Policarpo

Lisboa, 12 de março de 2014

D. José da Cruz Policarpo nasceu a 26 de fevereiro de 1936 em Alvorninha, Caldas da Rainha, Distrito de Leiria - Patriarcado de Lisboa; faleceu esta quarta-feira, aos 78 anos, vitimado por um aneurisma na aorta.

A Conferência Episcopal Portuguesa diz em Comunicado:

“ Os Bispos reunidos em Fátima, para fazer o seu Retiro anual, receberam a dura notícia do falecimento de D. José da Cruz Policarpo, Cardeal Patriarca Emérito de Lisboa, ao fim desta tarde, provocado por um aneurisma. De manhã, tinha deixado Fátima, numa ambulância, para ser tratado em Lisboa.

Com profunda dor, mas também com grande esperança, os Bispos agradecem a Deus a sua vida rica de boas obras, intensamente dedicada ao serviço da Igreja e do mundo, intervindo no campo pastoral, cultural e social com sabedoria e coragem evangélicas.
Todos reconhecemos nele uma figura marcante na renovação da Igreja em Portugal, com o seu sábio discernimento dos sinais dos tempos para responder aos desafios do tempo presente.”


O atual Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, afirma:


“Mantém-se viva a feliz memória do seu trabalho e do muito que a Igreja de Lisboa e a Igreja em Portugal deve à sua generosidade e à sua lucidez, à grande bondade com que exerceu o seu Ministério."

«Com a sua maneira de ser, de pensar, um misto muito bom de lucidez e de amabilidade, ele marcou muito mais do que se pensa o modo de a Igreja estar na sociedade portuguesa»
.



O Papa Francisco evoca D. José Policarpo:

[...] Confio à misericórdia de Deus o amado cardeal, recordando-me da sua preciosa colaboração nos diferentes organismos da Santa Sé e dos meus encontros com este pastor apaixonado pela busca da verdade.[...]




14 de março de 2014


Portugal
cumpre, hoje, um dia de luto nacional pela morte de D, José Policarpo, Cardeal Patriarca Emérito de Lisboa.

O corpo de D. José Policarpo esteve em câmara ardente na catedral de Lisboa.

Às 16h00 foi o início das exéquias, seguindo depois para o Panteão dos Patriarcas, no Mosteiro de São Vicente de Fora, onde fica sepultado.


jose-policarpo-panteao


Milhares de pessoas, nas ruas e nas janelas, despediram-se do Patriarca Emérito de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo, o Cardeal do diálogo e da esperança.


apresentacao-jesus















jovens



02/02/2014 - Apresentação de Jesus no Templo

e 18° Dia Mundial da Vida Consagrada 

"Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para O apresentarem ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor:
             «Todo o primogénito varão será consagrado ao Senhor»
e para oferecerem em sacrifício, como se diz na Lei do Senhor, duas rolas ou duas pombas".
(Lucas 2, 22-24)

Aos milhares de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, para a oração mariana do Angelus, o Papa Francisco falou da Vida Consagrada

"As pessoas consagradas são um sinal de Deus, sinal nos vários ambientes de vida. Os consagrados são fermento para o crescimento de uma sociedade mais justa e fraterna, são profecia de partilha com os pequenos e pobres.

Toda a pessoa consagrada é um dom de Deus. Um dom de Deus à Igreja, um dom de Deus ao seu povo" - disse o Papa.





"Toda a pessoa consagrada é um dom para o Povo de Deus a caminho.
Há tanta necessidade dessas presenças que fortalecem e renovam o compromisso da difusão do Evangelho, da educação cristã, da caridade para com os necessitados e da oração contemplativa.
O compromisso da formação humana e espiritual dos jovens, das famílias;
o compromisso com a justiça e a paz na família humana"
- continuou.

Recordou que 2015 é o Ano dedicado à Vida Consagrada - já anunciado pelo Papa Francisco, em novembro de 2013, no final do encontro com os 120 superiores gerais dos institutos religiosos masculinos.


E deixou este apelo:

"Devemos rezar para que muitos jovens respondam sim ao Senhor que os chama a consagrar-se inteiramente a Ele no serviço aos irmãos."



francisco-anuncia-ano















apresentando-2015

Dom José Rodriguez Carballo, ofm; Cardeal João Braz de Aviz; Pe. Federico Lombardi
(Porta-voz da Santa Sé e Diretor da Sala
de Imprensa).


2015 - Ano dedicado à Vida Consagrada


Abertura
: 21 de novembro de 2014

Encerramento: 21 de novembro de 2015.







31 de Janeiro de 2014
- Realizou-se na manhã desta sexta-feira, na Sala de Imprensa da Santa Sé, a apresentação do Ano dedicado à Vida Consagrada que será celebrado em 2015.

A iniciativa foi anunciada pelo Papa Francisco, em novembro de 2013, no final do encontro com os 120 superiores gerais dos institutos religiosos masculinos.

O Ano dedicado à Vida Consagrada foi apresentado pelo Cardeal João Braz de Aviz e por Dom José Rodríguez Carballo, respetivamente Prefeito e Secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. (...)

O Ano dedicado à Vida Consagrada foi pensado no contexto dos 50 anos do Concílio Vaticano II, definido como "um sopro do Espírito", e no 50.º aniversário de publicação do Decreto conciliar Perfectae caritatis, sobre a renovação da vida consagrada.

Cidade do Vaticano (RV) 


                                                                           

d-antonio-couto

D. António Couto
- Bispo de Lamego






















10 de Janeiro de 2014

“A Alegria do Evangelho”


«Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia boas novas a Sião» - (Isaías 52,7)

«A voz do meu amado: ei-lo que vem correndo sobre os montes»
(Cântico dos Cânticos 2,8)

1. Vejo a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, a primeira e programática do seu pontificado (n.º 25), como uma torrente de «óleo de alegria» (Isaías 61,3) a inundar, lubrificar e tonificar todos os recantos de uma Igreja que se quer em «vestido de festa» (ainda Isaías 61,3), jubilosamente saindo de si mesma, das amarras do medo, do comodismo, da indiferença, do quietismo, de toda a rigidez autodefensiva, do telónio da administração seja do que for. É, na verdade, necessário e urgente passar da «simples administração» para um «estado permanente de missão» (n.º 25).

Requer-se, portanto, uma nova cultura e postura de evangelização, que vá muito para além de uma simples pastoral de manutenção.

Deve notar-se que, nas comunidades cristãs primitivas, o termo «Evangelho» é um nome de ação e não de estado. Significa «anunciar a notícia feliz da Ressurreição de Jesus», pelo que não pode ser confundido com um livro colocado na estante que gera vidas colocadas na estante.

«Evangelho» significa então «evangelização», e evangelização implica movimento e comunicação, e requer tempo, dedicação, formação, inteligência, entranhas, mãos e coração.


D. António Couto
- Bispo de Lamego

ver texto completo (1 a 5) em:


O AMOR VERDADEIRO ESTÁ LÁ SEMPRE PRIMEIRO

www.opf.pt



francisco-paz2

Pomba - símbolo do Espírito e da Paz





















ns_cigana


FRATERNIDADE, FUNDAMENTO E CAMINHO PARA A PAZ






Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz
1º de Janeiro de 2014


1. Nesta minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz, desejo formular a todos, indivíduos e povos, votos duma vida repleta de alegria e esperança.

Com efeito, no coração de cada homem e mulher, habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.

2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9)

3. «E vós sois todos irmãos» (Mt 23, 8)

4. A fraternidade, fundamento e caminho para a paz

5. A fraternidade, premissa para vencer a pobreza

6. A redescoberta da fraternidade na economia

7. A fraternidade extingue a guerra

8. A corrupção e o crime organizado contrastam a fraternidade

9. A fraternidade ajuda a guardar e cultivar a natureza

10. Conclusão
- Há necessidade que a fraternidade seja descoberta, amada, experimentada, anunciada e testemunhada; mas só o amor dado por Deus é que nos permite acolher e viver plenamente a fraternidade. [...]

O serviço é a alma da fraternidade que edifica a paz.

Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra.

Vaticano, 8 de Dezembro de 2013.


francisco-menino-jesus





francisco-urbi-et-orbi2013



Mensagem e Bênção "Urbi et Orbi" do Papa Francisco
aos 25 
de Dezembro de 2013




Votos de um Natal feliz no termo da Mensagem Urbi et Orbi do Santo Padre

A vós, queridos irmãos e irmãs, vindos de todo o mundo e reunidos nesta Praça, e a quantos estão em ligação connosco nos diversos países através dos meios de comunicação, dirijo os meus votos de um Natal Feliz!

Neste dia, iluminado pela esperança evangélica que provém da gruta humilde de Belém, invoco os dons natalícios da alegria e da paz para todos: para as crianças e os idosos, para os jovens e as famílias, para os pobres e os marginalizados. Nascido para nós, Jesus conforte quantos suportam a prova da doença e da tribulação; sustente aqueles que se dedicam ao serviço dos irmãos mais necessitados. Feliz Natal para todos!

"Urbi et Orbi" - Natal do Senhor 2013 
[AlemãoÁrabeCroataEspanholFrancêsInglêsItalianoPolonêsPortuguês]




francisco-anuncia



Presente de Aniversário Natalício - 17/12/2013



Pensamentos de Francisco, Papa

«A ternura de Deus expressa-se nos sinais»


Ver livro no link indicado
:


http://www.vatican.va/auguri-francesco/po/index.html#1






Página seguinte                                                                Página anterior



Franciscanas Missionárias de Maria © 2011. Todos os direitos reservados.