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Notícias da Igreja Católica

Entrevista - dia 09 de junho de 2014

Entrevista concedida pelo Papa Francisco
ao jornalista Henrique Cymerman,
um dia depois da invocação pela paz.








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               O Papa Francisco com
       Mahmoud Abbas e Shimon Peres



























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Shimon Peres, Mahmoud Abbas.
       Encontro a favor da Paz





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    Bandeiras de Israel e da Palestina


















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Comunidade Judaica na oração pela PAZ








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Vaticano - Encontro de Oração pela PAZ


Domingo, 08 de Junho de 2014

No dia 25 de maio de 2014,  no final da celebração eucarística na Praça da Manjedoura, o Papa Francisco anunciara um convite para que os presidentes da Palestina e Israel, respetivamente Mahmoud Abbas e Shimon Peres, se encontrassem com o Papa no Vaticano para um “momento de profunda oração pela paz”.

O convite foi aceite e tornou-se realidade nos Jardins do Vaticano,
a 8 de Junho de 2014
.



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INVOCAÇÃO PELA PAZ
PALAVRAS DO PAPA FRANCISCO

Vídeo

Senhores Presidentes, Santidade, Irmãos e Irmãs

Com grande alegria vos saúdo e desejo oferecer, a vós e às ilustres Delegações que vos acompanham, a mesma recepção calorosa que me reservastes na minha peregrinação há pouco concluída à Terra Santa.

Agradeço-vos do fundo do coração por terdes aceite o meu convite para vir aqui a fim de, juntos, implorarmos de Deus o dom da paz. Espero que este encontro seja  um caminho à procura do que une para superar aquilo que divide.

E agradeço a Vossa Santidade, venerado Irmão Bartolomeu, por estar aqui comigo a acolher estes hóspedes ilustres. A sua participação é um grande dom, um apoio precioso e testemunho do caminho que estamos a fazer, como cristãos, rumo à plena unidade.

A vossa presença, Senhores Presidentes, é um grande sinal de fraternidade, que realizais como filhos de Abraão, e expressão concreta de confiança em Deus, Senhor da história, que hoje nos contempla como irmãos um do outro e deseja conduzir-nos pelos seus caminhos.

Este nosso encontro de imploração da paz para a Terra Santa, o Médio Oriente e o mundo inteiro é acompanhado pela oração de muitíssimas pessoas, pertencentes a diferentes culturas, pátrias, línguas e religiões: pessoas que rezaram por este encontro e agora estão unidas connosco na mesma imploração. É um encontro que responde ao ardente desejo de quantos anelam pela paz e sonham um mundo onde os homens e as mulheres possam viver como irmãos e não como adversários ou como inimigos.

Senhores Presidentes, o mundo é uma herança que recebemos dos nossos antepassados​​, mas é também um empréstimo dos nossos filhos: filhos que estão cansados ​​e extenuados pelos conflitos e desejosos de alcançar a aurora da paz; filhos que nos pedem para derrubar os muros da inimizade e percorrer a estrada do diálogo e da paz a fim de que triunfem o amor e a amizade.

Muitos, demasiados destes filhos caíram vítimas inocentes da guerra e da violência, plantas arrancadas em pleno vigor. É nosso dever fazer com que o seu sacrifício não seja em vão. A sua memória infunda em nós a coragem da paz, a força de perseverar no diálogo a todo o custo, a paciência de tecer dia após dia a trama cada vez mais robusta de uma convivência respeitosa e pacífica, para a glória de Deus e o bem de todos.

Para fazer a paz é preciso coragem, muita mais do que para fazer a guerra. É preciso coragem para dizer sim ao encontro e não à briga; sim ao diálogo e não à violência; sim às negociações e não às hostilidades; sim ao respeito dos pactos e não às provocações; sim à sinceridade e não à duplicidade. Para tudo isto, é preciso coragem, grande força de ânimo.

 A história ensina-nos que as nossas forças não bastam. Já mais de uma vez estivemos perto da paz, mas o maligno, com diversos meios, conseguiu impedi-la. Por isso estamos aqui, porque sabemos e acreditamos que necessitamos da ajuda de Deus. Não renunciamos às nossas responsabilidades, mas invocamos a Deus como acto de suprema responsabilidade perante as nossas consciências e diante dos nossos povos. Ouvimos uma chamada e devemos responder: a chamada a romper a espiral do ódio e da violência, a rompê-la com uma única palavra: «irmão». Mas, para dizer esta palavra, devemos todos levantar os olhos ao Céu e reconhecer-nos filhos de um único Pai.

A Ele, no Espírito de Jesus Cristo, me dirijo, pedindo a intercessão da Virgem Maria, filha da Terra Santa e Mãe nossa:

Senhor Deus de Paz, escutai a nossa súplica!

Tentámos tantas vezes e durante tantos anos resolver os nossos conflitos com as nossas forças e também com as nossas armas; tantos momentos de hostilidade e escuridão; tanto sangue derramado; tantas vidas despedaçadas; tantas esperanças sepultadas... Mas os nossos esforços foram em vão. Agora, Senhor, ajudai-nos Vós! Dai-nos Vós a paz, ensinai-nos Vós a paz, guiai-nos Vós para a paz. Abri os nossos olhos e os nossos corações e dai-nos a coragem de dizer: «nunca mais a guerra»; «com a guerra, tudo fica destruído»! Infundi em nós a coragem de realizar gestos concretos para construir a paz.

Senhor, Deus de Abraão e dos Profetas, Deus Amor que nos criastes e chamais a viver como irmãos, dai-nos a força para sermos cada dia artesãos da paz; dai-nos a capacidade de olhar com benevolência todos os irmãos que encontramos no nosso caminho.
Tornai-nos disponíveis para ouvir o grito dos nossos cidadãos que nos pedem para transformar as nossas armas em instrumentos de paz, os nossos medos em confiança e as nossas tensões em perdão.
Mantende acesa em nós a chama da esperança para efectuar, com paciente perseverança, opções de diálogo e reconciliação, para que vença finalmente a paz.

E que do coração de todo o homem sejam banidas estas palavras: divisão, ódio, guerra! Senhor, desarmai a língua e as mãos, renovai os corações e as mentes, para que a palavra que nos faz encontrar seja sempre «irmão», e o estilo da nossa vida se torne: shalom, paz, salam! Amen.




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Discurso de Sua Excelência o Presidente do Estado de Israel, Shimon Peres

Sua Santidade Papa Francisco, Sua Excelência Presidente Mahmoud Abbas,

Vim da Cidade Santa de Jerusalém para agradecer-lhes por este vosso convite excepcional. A Cidade Santa de Jerusalém é o coração pulsante do povo judaico. Em hebraico, a nossa língua antiga, a palavra Jerusalém e a palavra “paz” têm a mesma raiz. E, de fato, paz é a visão própria de Jerusalém. Como se lê no Livro dos Salmos (122, 6-9): “Pedi a paz para Jerusalém. Que tuas tendas repousem. Haja paz em teus muros. E repouso em teus palácios. Por meus irmãos e meus amigos Eu desejo: “A paz esteja contigo”. Pela casa do Senhor nosso Deus, eu peço: “Felicidade para ti!”.

Durante a Sua histórica visita à Terra Santa, Sua Santidade nos tocou com o calor do Seu coração, a sinceridade de Suas intenções, a Sua modéstia, a Sua gentileza. Sua Santidade tocou os corações das pessoas– independentemente de sua fé e nacionalidade. Sua Santidade se apresentou como um construtor de pontes de fraternidade e de paz. Nós todos precisamos da inspiração que acompanha o seu caráter e o seu caminho. Obrigado. Dois povos – os israelenses e os palestinos – ainda desejam ardentemente a paz. As lágrimas das mães sobre seus filhos ainda estão marcadas em nossos corações. Nós devemos pôr fim aos gritos, à violência, ao conflito. Nós todos necessitamos de paz. Paz entre iguais.

O Seu convite a unir-se à Sua Santidade nesta importante cerimônia para invocar a paz, aqui nos Jardins Vaticanos, na presença de autoridades Judaicas, Cristãs, Muçulmanos e Drusas, reflete maravilhosamente a Sua visão da aspiração que todos compartilhamos: Paz. Nesta ocasião comovente, repletos de esperança e fé, elevamos com o Senhor, Santidade, uma invocação pela paz entre as religiões, as nações, as comunidades, entre homens e mulheres. Que a verdadeira paz se torne em breve e rapidamente, nossa herança. O nosso Livro dos Livros nos impõe o caminho da paz, nos pede que trabalhemos por sua realização. Diz o Livro dos Provérbios: “Suas vias são vias de graça, e todas as suas sendas são paz”. Assim devem ser as nossas vias. Vias de graça e de paz. Não é por acaso que Rabi Akiva colheu a essência da nossa Lei com uma só frase: “Ama o teu próximo como a ti mesmo”. Nós todos somos iguais diante do Senhor. Nós somos todos parte da família humana. Por isso, sem paz nós não somos completos e devemos ainda realizar a missão da humanidade.

A paz não vem facilmente. Nós devemos trabalhar com todas as nossas forças para alcançá-la. Para alcançá-la rapidamente. Mesmo que isso requeira sacrifícios ou comprometimentos.

O Livro dos Salmos nos diz: “Se amas a vida e desejas ver longos dias, contenhas a tua língua do mal e teus lábios da mentira. Afasta-te do mal e faz o bem, busca a paz e persegue-a”. Isso significa que devemos perseguir a paz. Todos os anos. Todos os dias. Nós nos saudamos com esta bênção: Shalom, Salam. Nós devemos ser dignos do significado profundo desta bênção. Mesmo quando a paz parecer distante, nós devemos persegui-la para torná-la mais próxima. E se nós perseguimos a paz com perseverança, com fé, nós a alcançaremos. E esta durará graças a nós, a todos nós, de todas as religiões, de todas as nações, como foi escrito: “Esses transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices. Um povo não levantará mais a espada contra outro povo e não se exercitarão mais na arte da guerra”. A alma se eleva à leitura desses versos de visão eterna. E nós podemos – juntos e agora, israelenses e palestinos – transformar a nossa nobre visão numa realidade de bem-estar e prosperidade. É em nosso poder levar a paz aos nossos filhos. Este é o nosso dever, a santa missão dos pais.

Permitam-me concluir com uma oração: Aquele que faz a paz nos céus, faça paz sobre nós e sobre todo Israe,l sobre o mundo inteiro, e dizemos: Amém.





Discurso de Sua Excelência o Presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas

                                                         
Sua Santidade Papa Francisco. Sua Excelência Presidente Shimon Peres, Beatitudes, Senhores Xeques e Rabinos, Senhoras e Senhores,
É realmente uma grande honra para nós encontrar-nos novamente com Sua Santidade o Papa Francisco, para cumprir seu convite gentil de desfrutar de sua presença espiritual e nobre, e ouvir o seu pensamento e sabedoria cristalina, que emanam de um coração saudável, de uma consciência vibrante, como também de um elevado sentido ético e religioso. Agradeço a Sua Santidade do profundo do meu coração por ter promovido este importante encontro aqui no Vaticano. Ao mesmo tempo, apreciamos muito a sua visita à Terra Santa Palestina, sobretudo em nossa cidade santa Jerusalém e em Belém, cidade do amor e da paz, local do nascimento de Jesus Cristo. A visita é uma expressão sincera de sua fé na paz e uma tentativa crível para alcançar a paz entre palestinos e israelenses.

Ó Deus, nós te louvamos sempre por ter feito de Jerusalém a nossa porta para o céu. Como diz o Alcorão Sagrado, "Glória a Ele que fez com que Seu servo viajasse de noite do lugar sagrado da adoração ao mais alto lugar de adoração, cujas redondezas nós abençoamos". Tu tornaste a peregrinação e a oração neste lugar os melhores atos que os fiéis podem cumprir em sua honra, e expressaste a tua promessa fiel com as palavras: "Entre no Masjid como fizeram pela primeira vez". O Deus Onipotente disse a verdade.

Ó, Deus do Céu e da Terra, acolhe a minha oração para a realização da verdade, da paz e da justiça em minha pátria, a Palestina, na região, e no mundo inteiro.
Suplico-te, ó Senhor, em nome do meu povo, o povo da Palestina, muçulmanos e cristãos e samaritanos, que desejam ardentemente uma paz justa, uma vida digna e a liberdade; Peço-te, Ó Senhor, para tornar o futuro de nosso povo próspero e promissor, com liberdade num Estado soberano e independente. Concede, Ó Senhor, à nossa região e ao seu povo segurança, salvação e estabilidade. Salva a nossa cidade abençoada Jerusalém; primeira Kiblah, segunda Mesquita Santa, terceira das duas Mesquitas Santas, e cidade das bênçãos e da paz com tudo o que a circunda.

Reconciliação e paz, Ó Senhor, são a nossa meta. Deus, em seu Livro Sagrado disse aos fiéis: "Fazei a paz entre vós!" "Nós estamos aqui, Senhor, orientados em direção à paz. Torna firmes os nossos passos e coroa com o sucesso os nossos esforços e nossas iniciativas. Tu que és o promotor da virtude e aquele que previne o vício, o mal e a agressão. Tu falas e tu és o mais verdadeiro, e se eles se inclinam pra a paz, inclinas também tu em direção a ela, e tenhas confiança em Alá. Ele é aquele que escuta, conhece". Como diz o Profeta Muhammad, “Difundi a paz entre vós".

Hoje, nós repetimos aquilo que Jesus Cristo disse dirigindo-se a Jerusalém: "Se tu tivesses conhecido hoje o caminho da paz! Recordamos também as palavras de São João Paulo II, quando disse: "Se a paz se realiza em Jerusalém, a paz será testemunhada no mundo inteiro". E ao mesmo tempo, em nossa oração de hoje, proclamamos várias vezes para aqueles que lutam pela paz: "Bem-aventurados os que promovem a paz!"e "Pedi paz para Jerusalém" como se diz nas Sagradas Escrituras.

Por isso, pedimos-te, Senhor, a paz na Terra Santa, Palestina, e Jerusalém junto com o seu povo. Nós te pedimos para tornar a Palestina e Jerusalém, em particular, uma terra segura para todos os fiéis, e um lugar de oração e culto para os seguidores das três religiões monoteístas, Hebraísmo, Cristianismo e Islã, e para todos aqueles que desejam visitá-la como estabelecido no Alcorão Sagrado.
Ó Senhor, tu és a paz e a paz vem de ti. Que o Deus da glória e majestade doe a todos nós segurança e salvação, e alivia o sofrimento do meu povo na pátria e na diáspora.

Ó Senhor, concede uma paz compreensiva e justa ao nosso país e à região para que o nosso povo e os povos do Oriente Médio e o mundo inteiro possam gozar do fruto da paz, da estabilidade e da coexistência.

Desejamos a paz para nós e nossos vizinhos. Procuramos a prosperidade e pensamentos de paz para nós como também para os outros. Ó Senhor, responde às nossas orações e dá sucesso às nossas iniciativas porque tu és o justo, o misericordioso, Senhor dos mundos. Amém!

2014-06-08 Rádio Vaticana



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Shimon Peres, Mahmoud Abbas, Papa Francisco e Patriarca Bartolomeu plantam oliveira, símbolo da PAZ. Vaticano_8.6.2014_gf





                Invocação pela PAZ - Invocation for Peace





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 Que todos sejam um!




































O Papa Francisco e Shimon Peres, Presidente de Israel, plantam uma oliveira, símbolo da PAZ







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Abraço - cristianismo, judaísmo, islão







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O Papa Francisco durante o voo Roma-Amã


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Peregrinação do Papa Francisco à Terra Santa


2014-24-26 DE MAIO


"Ut Unum Sint" - Que todos sejam um! (Jo 17, 21)  


Nesta sua primeira visita à Terra Santa, que decorre entre sábado e segunda-feira, o Papa Francisco irá passar por Amã, na Jordânia, Belém, na Cisjordânia, e Jerusalém, em Israel.

 “Será uma viagem unicamente religiosa", afirmou o Papa na passada quarta feira, dia 21.






26 DE MAIO DE 2014

Eucaristia na Sala do Cenáculo em Jerusalém

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Da homilia do Papa, destacamos:

[...] Aqui, onde Jesus comeu a Última Ceia com os Apóstolos; onde, ressuscitado, apareceu no meio deles; onde o Espírito Santo desceu poderosamente sobre Maria e os discípulos, aqui nasceu a Igreja, e nasceu em saída. Daqui partiu, com o Pão repartido nas mãos, as chagas de Jesus nos olhos e o Espírito de amor no coração.
[...]
O Cenáculo recorda-nos o serviço, o lava-pés que Jesus realizou, como exemplo para os seus discípulos. Lavar os pés uns aos outros significa acolher-se, aceitar-se, amar-se, servir-se reciprocamente. Quer dizer servir o pobre, o doente, o marginalizado, a pessoa que me é antipática, aquela que me dá fastídio.
O Cenáculo recorda-nos a partilha, a fraternidade, a harmonia, a paz entre nós. [...]

O Cenáculo recorda-nos, com a Eucaristia, o sacrifício.[...]

E o Cenáculo recorda-nos também a amizade. «Já não vos chamo servos – disse Jesus aos Doze – (…) mas a vós chamei-vos amigos» (Jo 15, 15). [...]

O Cenáculo recorda-nos a despedida do Mestre e a promessa de reencontrar-se com os seus amigos. [...]

Mas, o Cenáculo recorda também a mesquinhez, a curiosidade – «quem é o traidor?» – a traição. [...]

O Cenáculo recorda-nos a partilha, a fraternidade, a harmonia, a paz entre nós. [...]

Finalmente, o Cenáculo recorda-nos o nascimento da nova família, a Igreja, a nossa santa mãe Igreja hierárquica, constituída por Jesus ressuscitado. Família esta, que tem uma Mãe, a Virgem Maria.
As famílias cristãs pertencem a esta grande família e, nela, encontram luz e força para caminhar e se renovar no meio das fadigas e provações da vida.  
Para esta grande família, estão convidados e chamados todos os filhos de Deus de cada povo e língua, todos irmãos e filhos do único Pai que está nos céus.

Este é o horizonte do Cenáculo: o horizonte do Ressuscitado e da Igreja.

Daqui parte a Igreja em saída, animada pelo sopro vital do Espírito. Reunida em oração com a Mãe de Jesus, ela sempre revive a espera de uma renovada efusão do Espírito Santo: Desça o vosso Espírito, Senhor, e renove a face da terra
(cf. Sal 104, 30)!





25 DE MAIO DE 2014

Eucaristia na Praça da Manjedoura, em Belém

Da homilia do Papa, destacamos:

[...] «Isto vos servirá de sinal»: encontrareis um menino. O Menino Jesus nasceu em Belém, cada criança que nasce e cresce em qualquer parte do mundo é sinal de diagnóstico, que nos permite verificar o estado de saúde da nossa família, da nossa comunidade, da nossa nação.

Deste diagnóstico franco e honesto, pode brotar um novo estilo de vida, onde as relações deixem de ser de conflito, de opressão, de consumismo, para serem relações de fraternidade, de perdão e reconciliação, de partilha e de amor.

Ó Maria, Mãe de Jesus,
Vós que acolhestes, ensinai-nos a acolher;
Vós que adorastes, ensinai-nos a adorar; 
Vós que acompanhastes, ensinai-nos a acompanhar. Amen.





24 DE MAIO DE 2014


O Papa encerrou o primeiro dia de viagem com apelo à paz na Síria:

«Renovo o meu apelo mais veemente pela paz na Síria. Cessem as violências e seja respeitado o direito humanitário, garantindo a necessária assistência à população que sofre.»




Eucaristia no Estádio Internacional de Amã


Da homilia do Papa Francisco, destacamos:

«O Espírito Santo unge. Ungiu interiormente Jesus, e unge os discípulos para que tenham os mesmos sentimentos de Jesus e possam, assim, assumir na sua vida atitudes que favoreçam a paz e a comunhão.

Com a unção do Espírito, a nossa humanidade é marcada pela santidade de Jesus Cristo e tornamo-nos capazes de amar os irmãos com o mesmo amor com que Deus nos ama.

Portanto, é necessário praticar gestos de humildade, fraternidade, perdão e reconciliação. Estes gestos são pressuposto e condição para uma paz verdadeira, sólida e duradoura. [...]

O Espírito Santo envia. Jesus é o Enviado, cheio do Espírito do Pai. Ungidos pelo mesmo Espírito, também nós somos enviados como mensageiros e testemunhas de paz. 

A paz não se pode comprar: é um dom que se deve buscar pacientemente e construir «artesanalmente» através dos pequenos e grandes gestos que formam a nossa vida diária. [...]

Consolida-se o caminho da paz, se reconhecermos que todos temos o mesmo sangue e fazemos parte do género humano; se não nos esquecermos que temos um único Pai celeste e que todos nós somos seus filhos, feitos à sua imagem e semelhança. 

Neste espírito, vos abraço a todos...» [...]





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