Maria da Paixão
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A Palavra de Deus no Tempo




 «A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras

como venera o próprio Corpo do Senhor,

não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia,
de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida,

quer da mesa da palavra de Deus
quer da do Corpo de Cristo.
»
(DV 21)




























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O EMANUEL - Deus connosco






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Advento








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Liturgia do Advento

Domingo I do Advento - Ciclo A





Salmo 121 Domingo I do Advento - Ciclo A





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São Francisco de Assis

Em dia de São Francisco, o Irmão universal,
a Serenata da Criação (com André Rieu)

.



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Nossa Senhora das Dores - 15/09

Stabat Mater é um poema medieval que tem como tema a contemplação,
pela Virgem Maria, de Jesus Cristo agonizando na cruz
.

Stabat Mater

1. Estava a Mãe dolorosa,
Junto da cruz, lacrimosa,
Enquanto Jesus sofria.

 

11. Do vosso olhar vem a luz
Que me leva a ver Jesus
Na sua imensa agonia.

Uma longa e fria espada,
Nessa hora atribulada,
O seu coração feria.

 

Convosco, ó Virgem, partilho
Das penas do vosso Filho,
Em quem a minha alma confia
.

Oh quão triste e quão aflita
Padecia a Mãe bendita,
Entre blasfémias e pragas,

 

Mãos postas, à vossa beira,
Saiba eu, a vida inteira,
Guiar por Vós os meus passos.

Ao ver o Filho amado,
De pés e braços pregado,
Sangrando das Cinco Chagas!

 

E quando a noite vier,
Eu me sinta adormecer
No calor dos vossos braços.

Quem é que não choraria,
Ao ver a Virgem Maria,
Rasgada no seu coração,

 

Virgem das Virgens, Rainha,
Mãe de Deus, Senhora minha,
Chorar convosco é rezar.

Sem poder em tal momento,
Conter as fúrias do vento
E os ódios da multidão!

 

Cada lágrima chorada
Lembra uma estrela tombada
Do fundo do vosso olhar.

Firme e heróica no seu posto,
Viu Jesus pendendo o rosto,
Soltar o alento final.

 

No Calvário, entre martírios,
Fostes o Lírio dos lírios,
Todo orvalhado de pranto.

Ó Cristo, por vossa Mãe,
Que é nossa Mãe também,
Dai-nos a palma imortal.

 

Sobre o ódio que O matava,
Fostes o amor que adorava
O Filho três vezes santo.

Maria, fonte de amor,
Fazei que na vossa dor
Convosco eu chore também.

 

A cruz do Senhor me guarde,
De manhã até à tarde,
A minha alma contrita.

Fazei que o meu coração
Seja todo gratidão
A Cristo de quem sois Mãe.

 

E quando a morte chegar,
Que eu possa ir repousar
À sua sombra bendita.





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Exaltação da Santa Cruz - 14/09


Leitura - Números 21,4b-9

Naqueles dias, o povo de Israel impacientou-se 
e falou contra Deus e contra Moisés
:

«Porque nos fizeste sair do Egipto, para morrermos neste deserto?
Aqui não há pão nem água e já nos causa fastio este alimento miserável». 


Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas que mordiam
nas pessoas e morreu muita gente de Israel. 

O povo dirigiu-se a Moisés, dizendo:
«Pecámos, ao falar contra o Senhor e contra ti.

Intercede junto do Senhor,
para que afaste de nós as serpentes». E Moisés intercedeu pelo povo. 

Então o Senhor disse a Moisés:

«Faz uma serpente de bronze e coloca-a sobre um poste.
Todo aquele que for mordido e olhar para ela ficará curado».





Evangelho - João 3,13-17

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos:
«Ninguém subiu ao Céu senão Aquele que desceu do Céu: o Filho do homem. 


Assim como Moisés elevou a serpente no deserto,
também o Filho do homem será elevado, 
para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna. 



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Assunção da Virgem Santa Maria - 15 de Agosto

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Santa Clara de Assis - 11 de agosto

Nascida em 1193, Clara pertencia a uma família aristocrática e rica.
Renunciou à nobreza e à riqueza para viver humilde e pobre,
adotando a forma de vida que Francisco de Assis propunha.

Clara, aos 18 anos, com um gesto ousado, inspirado pelo profundo desejo
de seguir a Cristo, e pela admiração por Francisco, deixou a casa paterna e,
em companhia de uma amiga, Bona di Guelfuccio, foi ter, secretamente, com os frades menores junto à pequena igreja da Porciúncula.
Era a noite do Domingo de Ramos de 1211.

Entre comoção geral, foi realizado gesto altamente simbólico: enquanto os seus companheiros tinham nas mãos tochas acesas,
Francisco cortou-lhe os cabelos e Clara recebeu um rude hábito penitencial.

A partir daquele momento, tornou-se a virgem noiva de Cristo, humilde e pobre,
a Ele totalmente consagrada.
Como Clara e suas companheiras, inúmeras mulheres ao longo da história
foram atraídas pelo amor de Cristo que, na beleza da sua Divina Pessoa,
preenche os seus corações.



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Domingo XVII do Tempo Comum - Ano C

PAI NOSSO





EVANGELHO – Lc 11,1-13

Neste domingo, a liturgia convida-nos a refletir sobre o tema da oração.  
O crente é convidado a descobrir em Deus “o Pai”
e a dialogar com Ele acerca do mundo novo que o Pai/Deus
quer construir e oferecer à humanidade.

Veja, no youtube, O Pai Nosso, numa interpretação de Andrea Bocelli






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Domingo X do Tempo Comum - Ano C

EVANGELHO – Lucas 7,11-17

Naquele tempo,
dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada Naim;
iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão.

Quando chegou à porta da cidade, levavam um defunto a sepultar,
filho único de sua mãe, que era viúva. Vinha com ela muita gente da cidade.

Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores».
Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que o transportavam pararam.

Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te».
O morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe.

Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo:
«Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo».

E a fama deste acontecimento
espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizinhas.




Dois cortejos se encontram - Lucas 7,11-17

Reflexão - Jesus ressuscita o filho da viúva de Naim

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(...) Dois cortejos se encontram: o da vida
que percorre os caminhos das aldeias e povoados a semear esperança nos corações atribulados, a afirmar o valor da dignidade dos esquecidos e desconsiderados, a garantir que outro mundo é possível, a testemunhar o valor da misericórdia compassiva.

E o cortejo da morte que sai da cidade das delicias passageiras e se dirige para o cemitério, local onde ficarão sepultados os restos mortais prestes a desfazerem-se em pó.
Cortejo de lágrimas sentidas, de sonhos desfeitos, de emoções sofridas.
Cortejo de desilusões amargas, de experiências negativas, de aspirações frustradas.
Cortejo espelho de famílias desfeitas, de jovens sem futuro, de trabalhadores sem casa nem pão, de crianças esquecidas e violentadas, de idosos sem apoio nem carinho, e de tantas outras situações que, ao Iongo da história, fazem chegar o seu “eco” àquele célebre encontro de Naim.

Jesus dirige-se à viúva, ao filho. Estabelece uma relação pessoal. Não os considera como mais um número da multidão. Sintoniza com o tormento que os aflige, com o drama que se abateu sobre eles. E sabe tirar partido.

Mostra como a morte é semente de vida e o infortúnio traz consigo a oportunidade de bem-fazer e de ajuda solidária, de criar novas formas de convivência. Oportunidade de mergulharmos em nós mesmos. E tudo isto nos caminhos da vida.

Tagore, poeta e romancista indiano, reconhece esta rica possibilidade
e afirma a sua convicção de que
“pelo caminho vou com a multidão,
mas quando o caminho termina,
é então que me encontro sozinho conTigo”.


Bela confissão de fé alicerçada no encontro pessoal. Como aconteceu em Naim.
E pode surgir agora. Aproveita o tempo. Vive a oportunidade.

P. Georgino Rocha

http://www.diocese-aveiro.pt/v2/?p=13926



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Sagrado Coração de Jesus - Ano C - Solenidade

Sexta feira da semana IX do Tempo Comum


EVANGELHO – Lucas 15, 3-7


Naquele tempo,
disse Jesus aos fariseus e aos escribas a seguinte parábola:

«Quem de vós, que possua cem ovelhas
e tenha perdido uma delas,
não deixa as outras noventa e nove no deserto,
para ir à procura da que anda perdida, até a encontrar?

Quando a encontra, põe-na alegremente aos ombros
e, ao chegar a casa,
chama os amigos e vizinhos e diz-lhes:

‘Alegrai-vos comigo, porque encontrei a minha ovelha perdida’

.
Eu vos digo:

Assim haverá mais alegria no Céu
por um só pecador que se arrependa,
do que por noventa e nove justos,
que não precisam de arrependimento».









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Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

Quinta feira - dia 26 de maio de 2016 -
Tempo Comum


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EVANGELHO - Lucas 9, 11b-17

Naquele tempo,
estava Jesus a falar à multidão sobre o reino de Deus
e a curar aqueles que necessitavam. O dia começava a declinar.

Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe:
«Manda embora a multidão para ir procurar pousada e alimento
às aldeias e casais mais próximos, pois aqui estamos num local deserto».

Disse-lhes Jesus: «Dai-lhes vós de comer».
Mas eles responderam: «Não temos senão cinco pães e dois peixes…
Só se formos nós mesmos comprar comida para todo este povo».
Eram de facto uns cinco mil homens.

Disse Jesus aos discípulos:
«Mandai-os sentar por grupos de cinquenta».

Assim fizeram e todos se sentaram.
Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes,
ergueu os olhos ao Céu e pronunciou sobre eles a bênção.

Depois partiu-os e deu-os aos discípulos,
para eles os distribuírem pela multidão.

Todos comeram e ficaram saciados;
e ainda recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram.


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Santíssima Trindade - Ano C - solenidade
Domingo VIII do Tempo Comum - 29 de maio de 2016


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A Solenidade que hoje celebramos é um convite a contemplar Deus-Amor,
que é família, que é comunidade e que criou o homem e a mulher,
para os fazer comungar nesse mistério de AMOR.


EVANGELHO –
João 16, 12-15






SALMO RESPONSORIAL - 8

 

Refrão:        Como sois grande em toda a terra, Senhor, nosso Deus!



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Tempo Comum - Ano C


Terminado o Tempo Pascal, retoma-se hoje,

segunda feira a seguir ao Domingo do Pentecostes,

16 de maio de 2016, o Tempo Comum.


Ver explicações sobre o calendário litúrgico em:


Ano litúrgico - Secretariado Nacional de Liturgia :: Portugal

www.liturgia.pt/documentos/ano_lit.php





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